Meninas do Água Santa querem fazer história no clube

Nas oitavas de final da 1ª Copa Libertadores da Várzea Feminina. Água Santa segue vencendo, e dedica vitória ao treinador Índio

Elias Lubaque

Estar na fase de mata-mata é algo de muita alegria para o time do Netuno feminino. A cada jogo a confiança aumenta mais, e às garotas se demonstram mais motivadas e esforçadas a chegarem na final e levantar o caneco. “Gostaríamos de ressaltar que faremos o possível e o impossível para trazer esse troféu para cidade de Diadema. Sem desistir, sem voltar atrás, e sem perder a fé”, comentou entusiasmada, a diretora do Água Santa, Kelly Castilho.

Vale lembrar que esse é o primeiro campeonato das meninas, e representar um time, uma marca, que vem se destacando no futebol em tão pouco tempo, como é o caso do time masculino do Água Santa, é uma responsabilidade enorme, afinal, além de ter a possibilidade de conquistar o título, essas jogadoras podem entrar pra história. “Estamos agora classificadas para fase de mata-mata, e estamos muito ansiosas, pois se trata do nosso 1° campeonato. Além disso é uma grande responsabilidade vestir a camisa do Água Santa e representar nossa cidade, e logo no primeiro campeonato sairmos vencedoras, será maravilhoso”, disse Kelly Castilho.

De fato a superação é a palavra dessas meninas que colocam em campo seus melhores dias, e não se queixam. Revelam a cada rodada um espírito competitivo que vai dar o que falar, e mostra um futebol maduro, e eficiente. “Só podemos resumir em uma palavra todo esse nosso esforço, superação. Pois a cada dia que passa sentimos que o futebol feminino está sendo valorizado no país. E se depender de nós, aqui em Diadema, será valorizadíssimo, e o quanto antes”, Kelly.

O jogo de sábado passado (7) contra o time do Jaçana “60 Segundos” foi apenas para cumprir tabela e as meninas do Netuno venceram por 1 a 0, na casa do adversário.

A humildade que as meninas traz ao agradecer o empenho do técnico Índio é para aplaudir. E mostra que o futebol é feito de pessoas que estão de fato engajadas a chegar ao melhor de si, superar desafios, e até mesmo na vida pessoal, o futebol atua. “Devemos isso ao empenho do nosso treinador, Índio, que não mede esforços pra estar conosco as terças e quintas nos treinos, e aos sábados nos jogos da Copa. Motivando e incentivando cada uma de nós. Nos tornando melhores, não só em campo, mas, melhores em casa, melhores no serviço e melhores na escola”, finalizou Kelly Castilho.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Errata: colocamos na edição passada que o Água Santa feminino estaria na semifinal. Mas na verdade as garotas do Água Santa foram para às oitavas.