Marcos Michels colhe 30 mil assinaturas e faz pedido da 4ª Companhia da PM

Presidente da Câmara de Diadema levou para Mágino Alves Barbosa Filho, Secretário de Segurança de São Paulo, abaixo-assinado com 30 mil inscrito e pedido da 4ª Cia para a cidade

Da Redação  

Um estudo divulgado em julho pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), mostrou que Diadema é a cidade mais violenta do Grande ABC, enquanto São Caetano é a mais segura.

As informações, que contam no Atlas da Violência 2017, consideram números de 2005 a 2015.  O índice que junta homicídios e mortes violentas com causa indeterminada no município é de 22,8 para cada 100 mil habitantes, a maior entre as sete cidades.

Números como esse, aliada à falta de segurança no entorno das escolas fizeram com que pais, professores, diretores de escolas, a comunidade em geral, e ainda a Guarda Civil Municipal (GCM), e as polícias Militar e Civil, além dos vereadores realizassem inúmeras reuniões para discutir soluções para o problema.

Desses encontros realizados na Câmara de Diadema, saiu uma conclusão: Diadema precisa de mais uma Companhia da Polícia Miliar, que seria a 4º CIA, além de um efetivo maior de policiais militares e civis.

Com a informação nas mãos, o presidente da Câmara de Diadema, vereador Marcos

Secretário de Segurança Pública do Estado, Mágino Alves Barbosa Filho e Marcos Michels, presidente da Câmara de Diadema

Michels organizou um abaixo-assinado e colocou sua equipe nas ruas da cidade em busca de apoio para solicitar essas benfeitorias. Em três meses conseguiu coletar cerca de 30 mil assinaturas.

E no dia 10 deste mês, Marcos foi até o Secretário de Segurança Pública do Estado, Mágino Alves Barbosa Filho, e entregou em mãos, o abaixo-assinado. “Reivindicamos também monitoramento por câmeras nas ruas e avenidas, atuação forte contra os pancadões e policiamento ostensivo em torno das escolas”, explicou. “Foi pedido ainda um reforço no policiamento em horários de pico, além da implantação de videomonitoramento nas divisas da cidade com o sistema Detecta”, completou.

Segundo Marcos Michels, o próximo passo agora é continuar dialogando com o governo do Estado para que as reivindicações sejam atendidas em benefício da população de Diadema. “É mais do que uma necessidade, é uma forma de proteção da família e dos cidadãos diademenses”, enfatizou.